Muita choradeira e pouca compreensão... Muito medo e pouca visão!
A indústria fonográfica entrou em pânico no meio da década passada ao perceber, bastante claramente, que o CD ia desaparecer. Lançou muita campanha, falou muita bobagem, Fez muita besteira (derrubar o Napster foi a principal).
Só agora, começa a ver a luz no fim do túnel. Novos canais de distribuição, novos suportes para a informação e a velha necessidade por novidades e divertimento. E o negocio se renova, se reinventa.
Afinal, qual a verdadeira função da indústria fonográfica: vender CD´s ou promover artistas? Aos poucos, os papéis vão se clareando e novas questões vão se apresentando.
A indústria fonográfica entrou em pânico no meio da década passada ao perceber, bastante claramente, que o CD ia desaparecer. Lançou muita campanha, falou muita bobagem, Fez muita besteira (derrubar o Napster foi a principal).
Só agora, começa a ver a luz no fim do túnel. Novos canais de distribuição, novos suportes para a informação e a velha necessidade por novidades e divertimento. E o negocio se renova, se reinventa.
DOWNLOAD DE MÚSICA NO JAPÃO SUPERA VENDA DE CDS EM 2006 - G1
Afinal, qual a verdadeira função da indústria fonográfica: vender CD´s ou promover artistas? Aos poucos, os papéis vão se clareando e novas questões vão se apresentando.
- Como vai ser a partilha do valor (entenda-se grana) dentro dos canais de distribuição (que agora vão ser grandes sites ou operadoras de telecom): quem fica com a parte do leão?
- Como o fenômeno da "cauda longa" vai afetar as atividades promocionais: muita divulgação para poucos artistas (como tem sido até agora) ou apoio para mais artistas, mas com orçamentos mais limitados?
- Como serão administrados os direitos autorais em meios multicanais?
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Um comentário:
Parabéns pelo Blog!Vai ser meu novo lugar de pesquisa.Sucesso!
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