O dinheiro é um conceito escorregadio. Todos o conhecem mas sua definição é tão complexa quanto as transações possíveis com ele. E como tudo mais que nos cerca, ele é profundamente impactado pelo avanço tecnológico.
Uma das primeiras coisas que explico em minhas aulas é que tecnologia é muito mais que máquinas. Na verdade, os grandes avanços tecnológicos estão nos processos, nos novos meios de fazer coisas novas e antigas.
A grande (r)evolução tecnológica que vivemos hoje advem dos novos processos criados através de canais digitais de comunicação e não dos objetos (computadores) que tornam a comunicação possível. O objeto é moldado pelo processo, e não o contrário, como muitas vezes parece.
O dinheiro não é uma coisa, um objeto. Ele é fundamentalmente um processo, uma forma estabelecida culturalmente de como realizar certos tipos de transação apoiado por um conjunto de objetos (papel, moedas, cartões, contas, etc). A medida que os canais onde o processo ocorre se alteram, também se alterarão os objetos de suporte.
Dinheiro não é menos dinheiro porque não é feito de papel. Na verdade, dinheiro de papel é algo relativamente novo que só se tornou possível por causa de uma outra grande revolução tecnológica do passado: a criação da imprensa.
Foi graças à imprensa que o dinheiro deixou de ser o metal e se tornou o papel. Assim como, antes, deixou de ser a mercadoria (sal, fumo, contas, pedras, etc) para se tornar a moeda, a medida que a metalurgia evoluía. Mudanças levam a mudanças, sempre.
Assim como as palavras estão migrando do papel para os meios eletrônicos, o dinheiro sairá da carteira para o computador portátil de sua escolha (celular, pda, smart card, palm top, etc).
Por isso, só nos resta pensar como os meninos nos sinais farão para pedir trocados virtuais... Leiam abaixo.
Uma das primeiras coisas que explico em minhas aulas é que tecnologia é muito mais que máquinas. Na verdade, os grandes avanços tecnológicos estão nos processos, nos novos meios de fazer coisas novas e antigas.
A grande (r)evolução tecnológica que vivemos hoje advem dos novos processos criados através de canais digitais de comunicação e não dos objetos (computadores) que tornam a comunicação possível. O objeto é moldado pelo processo, e não o contrário, como muitas vezes parece.
O dinheiro não é uma coisa, um objeto. Ele é fundamentalmente um processo, uma forma estabelecida culturalmente de como realizar certos tipos de transação apoiado por um conjunto de objetos (papel, moedas, cartões, contas, etc). A medida que os canais onde o processo ocorre se alteram, também se alterarão os objetos de suporte.
Dinheiro não é menos dinheiro porque não é feito de papel. Na verdade, dinheiro de papel é algo relativamente novo que só se tornou possível por causa de uma outra grande revolução tecnológica do passado: a criação da imprensa.
Foi graças à imprensa que o dinheiro deixou de ser o metal e se tornou o papel. Assim como, antes, deixou de ser a mercadoria (sal, fumo, contas, pedras, etc) para se tornar a moeda, a medida que a metalurgia evoluía. Mudanças levam a mudanças, sempre.
Assim como as palavras estão migrando do papel para os meios eletrônicos, o dinheiro sairá da carteira para o computador portátil de sua escolha (celular, pda, smart card, palm top, etc).
Por isso, só nos resta pensar como os meninos nos sinais farão para pedir trocados virtuais... Leiam abaixo.
O dinheiro vai acabar - Pedro Doria (No Mínimo)powered by performancing firefox
The Future of Money - The Economist




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