Cada vez mais, há a consciência da importância das tribos e comunidades para o marketing em geral. As redes digitais, com seus novos serviços de comunicação para grupos, são um suporte excelente tanto para o surgimento e crescimento dessas "tribos" quanto para as empresas se relacionarem com elas. Leiam abaixo:
Enquanto em uma segmentação tradicional (by the book) um certo cliente deve pertencer a um e somente um segmento de mercado, quando tratamos de comunidades virtuais percebemos que um cliente pode pertencer, sem problemas, a várias comunidades simultaneamente.
Como conseqüência, manter o marketing focado nas comunidades NÃO é necessariamente manter o foco no cliente, mas sim no tema da comunidade. Se este for um produto, podemos estar focado no produto sem nem ao menos nos dar conta.
Isso não é necessariamente ruim, mas é uma distorção daquela idéia, tão forte no marketing, de que o cliente deve estar sempre no centro do processo.
As comunidades nos dão uma nova perspectiva sobre o comportamento dos consumidores, uma forma relativamente fácil e barata de observar certos gostos e preferências, assim como um modo de se comunicar com um grupo de pessoas organizado ao redor de um tema específico. Mas não são necessariamente uma forma de segmentação.
Tribos do Orkut alteram cotidiano de empresas - O Globo OnlineAgora, um pouco de reflexão sobre marketing, por um aspecto teórico. Geralmente, as pessoas encaram as comunidades como um forma de segmentação de mercado. Sem dúvida, observar comunidades é uma forma de olhar para os clientes. Mas há uma diferença conceitual entre segmentar e utilizar comunidades para pesquisa ou para ações de marketing.
Enquanto em uma segmentação tradicional (by the book) um certo cliente deve pertencer a um e somente um segmento de mercado, quando tratamos de comunidades virtuais percebemos que um cliente pode pertencer, sem problemas, a várias comunidades simultaneamente.
Como conseqüência, manter o marketing focado nas comunidades NÃO é necessariamente manter o foco no cliente, mas sim no tema da comunidade. Se este for um produto, podemos estar focado no produto sem nem ao menos nos dar conta.
Isso não é necessariamente ruim, mas é uma distorção daquela idéia, tão forte no marketing, de que o cliente deve estar sempre no centro do processo.
As comunidades nos dão uma nova perspectiva sobre o comportamento dos consumidores, uma forma relativamente fácil e barata de observar certos gostos e preferências, assim como um modo de se comunicar com um grupo de pessoas organizado ao redor de um tema específico. Mas não são necessariamente uma forma de segmentação.




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