É uma questão de hábito e de acesso. Uma relação tipo ovo e galinha. Sem acesso não se cria hábito, e sem hábito não há porque gastar um dinheirinho precioso comprando computador e pagando um provedor.
Mas, lentamente, a classe C vai realizando seu desejo de inclusão e tornando-se um fator relevante no comércio eletrônico brasileiro.
A questão agora é definir as melhores estratégias para atender a essa parcela da população. O comércio eletrônico terá que se re-inventar, já que um novo público exige um novo enfoque. Vamos discutir?
Mas, lentamente, a classe C vai realizando seu desejo de inclusão e tornando-se um fator relevante no comércio eletrônico brasileiro.
Zero Hora: População de baixa renda impulsiona comércio eletrônico no Brasil
A questão agora é definir as melhores estratégias para atender a essa parcela da população. O comércio eletrônico terá que se re-inventar, já que um novo público exige um novo enfoque. Vamos discutir?
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Um comentário:
É verdade, é preciso de um novo enfoque, principalmente na informação, transmitir com clareza a segurança dos serviços, visto que é um público iniciante nas transações pela Internet. O comércio eletrônico terá de se adaptar, viabilizando uma maior estrutura de parcelamento, terá de ter uma maior atenção à logística, maior abrangência de entrega de produtos e acesso aos locais de alto risco.
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